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PEREGRIÇÃO "CAMINHOS DE SÃO PAULO"

  Queridos irmãos e irmãs   O Cristianismo nasceu na Terra Santa, mas graças ao ardor missionário de...

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INSCRIÇÕES PARA A CATEQUESE 2018

INSCRIÇÕES PARA A CATEQUESE 2018     1ª Eucaristia e Crisma   Período de inscrições:...

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COMENTÁRIOS DAS LITURGIAS

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2º DOMINGO DO TEMPO COMUM 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM1Sm 3,3b-10.19 / Sl 39 / 1Cor 6,13c-15a.17-20 / Jo 1,35-42   A primeira parte do Tempo Comum, até o início da Quaresma, nos apresenta o início da missão de Jesus, fazendo acontecer o Reino de Deus e o encontro do Senhor com seus primeiros discípulos. Somos convidados a meditar sobre a dimensão vocacional da nossa vida, enquanto chamado de Deus e encontro pessoal com Ele, do qual resulta o projeto de vida que assumimos em vista da nossa realização existencial e do nosso comprometimento com o projeto de Deus. Vocação significa chamado, isto é, Deus chama a cada um de nós para que encontremos nEle o sentido da nossa existência. Ao nos criar, Deus preparou um caminho de realização, que está intimamente ligado ao Seu projeto de salvação para toda a humanidade. Vocação é o chamado que Deus faz para que encontremos esse caminho que nos realiza plenamente enquanto pessoas, mas que também nos torna responsáveis pela criação e nos estimula a viver em comunhão fraterna com todas as pessoas. Deus pode chamar falando ao nosso coração, e também pode chamar por meio de pessoas ou de acontecimentos. Samuel recebeu o chamado direto do Senhor, escutando a voz de Deus em seu coração. Sua atitude, porém, nos alerta para o cuidado que devemos ter diante do chamado que recebemos. Deus chamava o jovem Samuel, mas este não compreendia, pois ainda não conhecia plenamente o Senhor. Foi necessário o testemunho de Eli, para que o jovem compreendesse o chamado divino. Igualmente muitas pessoas hoje são chamadas por Deus, sentem-se inquietas em sua existência, mas respondem de maneira equivocada, buscando nas coisas materiais o sentido de viver que somente Deus pode dar. Nesse sentido, São Paulo lembra que a nossa realização pessoal não pode ser reduzida aos...
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SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHORIs 60,1-6 / Sl 71 / Ef 3,2-3a.5-6 / Mt 2,1-12   Com a solenidade da Epifania, celebramos a bondade de Deus que oferece a graça de Seu amor a toda humanidade, realizando Seu projeto de universalizar a salvação. Os magos, guiados pela estrela representam todos os povos que buscam o Senhor, e ao encontrá-Lo, professam sua fé e oferecem o que tem de mais precioso. Vivemos na era da globalização, que une o mundo numa rede de comunicação, na chamada sociedade da informação. Entretanto, sabemos que o acesso à informação não é plenamente universal e ainda existem muitas barreiras que separam os povos. Também no interior das religiões ressurge o espírito exclusivista e excludente, e igualmente se percebe muitas pessoas desorientadas diante das mais elementares situações da existência humana, abaladas por perdas, frustrações, decepções. Frente a essa realidade é necessário retomar o plano de Deus, que deseja oferecer, sem exclusões, a graça de Seu amor, para que todas as pessoas encontrem o sentido pleno de sua existência e possam caminhar sob a luz de Sua Palavra. Já o profeta Isaías anunciava ao povo a missão de ser luz para todos os povos, acolhendo a quem desejasse encontrar o Senhor. Em meio ao nacionalismo exclusivista que predominava no período do pós-exílio, Isaías mostra que o plano de Deus não é de criar barreiras entre os povos, mas de acolher a todos em Seu amor. Da mesma forma São Paulo exorta os cristãos a não se considerarem proprietários exclusivos do amor divino, afirmando que Deus concede a todos os povos, judeus e gentios, a graça da salvação.É nesse sentido de universalidade da salvação que compreendemos a visita dos magos do Oriente ao Menino Jesus. A imagem da criança sendo adorada por estrangeiros revela a vontade divina de...
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SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS, MARIA SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS, MARIANm 6,22-27 / Sl 66 / Gl 4,4-7 / Lc 2,16-21   Na alegria do tempo do Natal, com a certeza da presença de Deus em nossa história, a liturgia nos convida a contemplar a sublime missão de Maria, proclamando-a Mãe de Deus. Como os pastores, que foram ao encontro do Menino Jesus atendendo ao anúncio dos anjos, e foram surpreendidos pela singela cena do Filho de Deus envolto na ternura materna de Maria, também nós nos deixamos envolver pelo amor que irradia do coração da Mãe de Deus. Esta solene celebração coincide com o final e início de um novo ano, convidando-nos a meditar sobre o sentido da nossa história, enquanto realização do projeto de Deus. Contemplando a atitude dos pastores e de Nossa Senhora aprendemos que somente teremos paz se ouvirmos a voz de Deus, que orienta nossa vida, e se meditarmos sobre os acontecimentos, especialmente aqueles que transcendem nossa compreensão. São Paulo, escrevendo aos gálatas, afirma que na plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho para trazer a libertação plena à toda humanidade, concedendo a filiação adotiva. O nascimento de Jesus, filho de uma mulher, Maria Santíssima, marcou o fim do tempo da expectativa e o início desse tempo novo, determinado pela presença amorosa de Deus no meio de seu povo. Com isso, revela que a história, embora seja fruto das decisões humanas, é sempre orientada pela graça divina. Deus é o Senhor da história e a conduz com sua benevolência, determinando os tempos e momentos, e inspirando as pessoas de boa vontade a se fazerem protagonistas desse projeto, atuando ativamente para que a paz se concretize na vida de todos. Dos pastores aprendemos duas atitudes fundamentais que nos fazem participar ativamente na realização da vontade divina: deixar-nos guiar pela voz...
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FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉ FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉEclo 3,3-7.14-17a / Sl 127 / Cl 3,12-21 / Lc 2,22-40   A presença do individualismo em nossa cultura tem afetado os relacionamentos humanos, e principalmente o convívio familiar. A mentalidade do “cada um por si” tende a transformar cada pessoa em uma ilha, num isolamento doentio, que impede a construção de laços afetivos duradouros e fraternos. Nesse contexto, a família é desafiada a persistir em sua missão de formar pessoas equilibradas e capazes de construir relacionamentos saudáveis e maduros. Também a família judaica enfrentava dificuldades diante da cultura em que vivia. No séc. II aC, Israel vivia sob a dominação estrangeira, dos selêucidas, que oprimiam não apenas materialmente, mas também impunham seus costumes e sua cultura. Diante dessa ameaça externa, que enfraquecia as tradições religiosas, o livro do Eclesiástico reafirma a importância da família, explicitando a sua responsabilidade na transmissão dos valores recebidos do Senhor. De modo especial, destaca o dever dos filhos em respeitar seus pais, buscando com isso, reforçar o valor da tradição religiosa frente à imposição cultura estrangeira. O respeito aos pais gera o respeito aos valores religiosos recebidos do Senhor, os quais eram a garantia de uma organização social justa e fraterna. Da mesma forma, a carta aos Colossenses enfatiza a responsabilidade da família na transmissão e na solidificação das virtudes cristãs. É na família, a verdadeira Igreja Doméstica, que o cristão aprende os valores que permitirão a edificação da Igreja enquanto comunidade dos filhos de Deus. Também as famílias cristãs dos primeiros tempos enfrentavam dificuldades, pois estavam imersas em uma cultura totalmente adversa aos valores do Evangelho. Vivendo no mundo, sem ser do mundo, as famílias tinham a missão de transmitir e fazer solidificar as virtudes da espiritualidade cristã, para serem o alicerce da vida em sociedade....
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SOLENIDADE DO NATAL SOLENIDADE DO NATALIs 9,1-6 / Sl 95 / Tt 2,11-14 / Lc 2,1-14   A solenidade do Natal é a segunda festa mais importante do ano litúrgico, depois da Páscoa, e recebe desta o seu sentido. O menino que nasce em Belém, mais que um cândido bebê, é o Salvador da humanidade, que num gesto de profunda humildade renuncia à Sua condição divina para assumir a nossa realidade humana, e que vence as trevas do pecado em Sua morte e ressurreição. Estamos diante do mistério da encarnação: Deus que desce ao encontro da humanidade, para fazê-la subir em Sua vitória. Nesta festa celebramos o gesto de profunda benevolência de Deus, que não fica isolado em Sua majestade e nem indiferente à história humana, mas enche-se de compaixão e desce ao encontro de Seus filhos para conceder a todos o dom da paz. Em Seu propósito de permanecer próximo de todos, inclusive dos mais pequeninos, o Senhor nasceu num lugar simples e pobre, na periferia de Jerusalém, e recebeu a visita dos pastores, os mais humildes e pobres habitantes de Belém. Isso revela o amor de Deus para com todos, a começar dos mais necessitados. Em nosso mundo onde o dinheiro divide e exclui as pessoas, nosso Deus se revela na pobreza, para não excluir ninguém. Se tivesse nascido em Jerusalém, a capital, entre os mais ricos e importantes da sociedade, ficaria distante dos pequeninos. Fazendo-se pequeno e simples, acolhe a todos em Seu amor. Diante da simplicidade da manjedoura, nenhum ser humano se sente abandonado por Deus.   O Natal é a festa da luz, que antecipa o clarão vitorioso da ressurreição, pois o Senhor vem para nos libertar de todo projeto humano que gera as trevas do sofrimento e da morte. Ao povo que andava na escuridão, envolvido pelas...
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4º DOMINGO DO ADVENTO 4º DOMINGO DO ADVENTO2Sm 7,1-5.8b-12.14.16 / Sl 88 / Rm 16,25-27 / Lc 1,26-38   Às portas do Natal, acolhemos o anúncio do nascimento do Filho do Altíssimo, que reinará para sempre. Nas palavras do arcanjo Gabriel à Virgem Maria, cumprem-se as promessas feitas pelo Senhor ao povo da Antiga Aliança, especialmente o anúncio feito pelo profeta Natã ao rei Davi. Diante do desejo do rei de construir um templo para o Senhor como reconhecimento por todas as bênçãos recebidas, o profeta revela que não lhe caberia essa missão. Antes, é o Senhor que garante sua eterna benevolência, revelando seu plano de conceder à um descendente de Davi a realeza suprema. Essas palavras de Natã são compreendidas como uma promessa messiânica, que transcende a mera descendência humana. Não se refere pois, a Salomão, o filho e herdeiro de Davi, mas ao Salvador, o Filho de Deus, que vem para instaurar um reino eterno, de justiça e paz. Com o nascimento de Jesus, cumprem-se as promessas feitas ao povo da Antiga Aliança. E ainda mais, revela-se plenamente o mistério de Deus, como diz São Paulo na Carta aos Romanos. Com a encarnação do Verbo Divino, Deus revelou sua interioridade, mostrando ao mundo seu rosto de amor. Nosso Deus não se isola em sua divindade, distanciando-se da humanidade. Pelo contrário, Ele vem ao nosso encontro, une-se à nossa condição humana, para plenificar nossa vida. Esse encontro entre Deus e a humanidade deu-se no ventre de Maria Santíssima, o qual tornou-se o ponto de comunhão entre o céu e a terra, entre Deus e a humanidade. Por isso, somos convidados a contemplar as virtudes da Virgem Maria, em sua entrega total ao Senhor, para que se cumprissem as promessas feitas na Antiga Aliança.Maria jamais deixou de ser humana, partilhando de nossas fraquezas e...
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3º DOMINGO DO ADVENTO 3º DOMINGO DO ADVENTOIs 61,1-2a.10-11 / Lc 1,46ss / 1Ts 5,16-24 / Jo 1,6-8.19-28   Na espiritualidade do Advento, este é o domingo da alegria. De modo geral, o período natalino espalha em todos os ambientes e corações um contagiante sentimento de alegria: enfeitam-se as casas, trocam-se presentes, as pessoas se reúnem em confraternizações. Entretanto, é preciso discernir sobre o significado de todos esses eventos para não nos deixarmos confundir e esquecer o verdadeiro sentido da alegria que o Natal nos proporciona. Em nossa sociedade materialista difunde-se a compreensão de que a alegria depende da posse de bens materiais, numa relação proporcional de maior alegria tanto quanto mais caro for o presente. Já a Palavra de Deus nos mostra que a alegria é fruto da ação divina de libertação que transforma as trevas em luz. Enquanto o esquema consumista predominante exclui milhões de pessoas, que se sentem inferiorizadas por sua pobreza material e experimentam as trevas da marginalização, o projeto de Deus é de libertação de todas as formas de opressão, fazendo resplandecer a luz da justiça e da paz, que gera a verdadeira felicidade. Esse projeto divino de libertação já contemplamos no anúncio feito por Isaías, no período do pós-exílio, quando o povo, embora tivesse voltado para a terra, ainda necessitava de libertação. Os humildes que ansiavam por uma boa-notícia, os feridos na alma, os cativos, os aprisionados são os que viviam nas trevas, aguardando a manifestação da luz divina. Diante dessa realidade, o profeta assume a missão de anunciar a ação de Deus que fará germinar a justiça, e testemunha a sua alegria em ser um servo do Senhor, que foi revestido com a salvação, envolvido com o manto da justiça. Essa mesma humildade e plena realização humana em estar a serviço do projeto divino contemplamos em Maria....
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2º DOMINGO DO ADVENTO 2º DOMINGO DO ADVENTOIs 40,1-5.9-11 / Sl 84 / 2Pd 3,8-14 / Mc 1,1-8   A liturgia deste 2º Domingo do Advento convida-nos a preparar os caminhos do Senhor, para que sua glória resplandeça em nossa vida e no meio da humanidade, inaugurando novos céus e nova terra, onde habite a justiça. Da mesma forma que Isaías anunciou a primeira vinda do Senhor, João Batista preparou o povo para acolher Jesus que já estava presente no mundo, São Pedro aconselha a nos empenharmos em perseverar numa vida santa fazendo de nossa história pessoal e social um grande advento que prepara a manifestação do Reino de Deus. As palavras de Isaías transmitem esperança para o povo que estava no exílio da Babilônia, anunciando que a servidão acabara e as faltas foram expiadas. O profeta anuncia que Senhor virá ao encontro de seu povo tal qual um pastor, para apascentar seu rebanho e carregar seus cordeiros ao colo. Admoesta povo que é preciso preparar os caminhos para acolher o Senhor: nivelando vales, baixando montes, endireitando as estradas. Tudo o que impede a chegada do Senhor, que vem trazer a libertação ao seu povo, deve ser transformado. São Marcos, no prólogo de seu Evangelho, recorda a missão de João Batista como aquele que realiza essas palavras de Isaías e também a profecia de Malaquias, o qual anunciava a missão do mensageiro, que iria a frente do Senhor. Vivendo no meio do deserto e assumindo uma vida de austeridade, João Batista torna-se exemplo de despojamento de tudo aquilo que impede a acolhida da graça divina. São Marcos apresenta-o como um modelo perfeito de todo discípulo que deseja acolher a presença de Jesus em sua vida. Suas palavras e seu exemplo despertam no povo a consciência de que se fazia necessário uma verdadeira conversão de...
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1º DOMINGO DO ADVENTO 1º DOMINGO DO ADVENTOIs 63,16b-17.19b; 64,2b-7 / Sl 79 / 1Cor 1,3-9 / Mc 13,33-37   O Senhor está para chegar! Esta mensagem do Tempo do Advento nos convoca a preparar a vinda do Senhor, que será um momento de alegria e de plenitude da história. Apesar de nossas infidelidades e pecados, a história caminha para a gloriosa manifestação do Reino de Deus, que vai inaugurar um tempo novo de justiça e de paz. Sabemos que o Senhor virá, mas não sabemos quando isso acontecerá, por isso devemos viver atentos, vigilantes, deixando-nos modelar de acordo com a vontade de Deus. Essa é a mensagem deste primeiro domingo do Advento: vigiar. E é o próprio Senhor que nos concede a graça da perseverança em Seu caminho, até a vinda definitiva de Seu Reino. O profeta Isaías apresenta a situação do povo que retornou do exílio da Babilônia e encontrava diante de si o grande desafio da reconstrução, não somente material, mas também de sua história e de sua fidelidade para com o Senhor. O profeta reconhece quanto o povo se afastou do caminho de Deus, tornando-se imundície por causa do pecado e até mesmo deixando de invocar o nome do Senhor. Mas, confiando na bondade divina, suplica que os céus se abram e que o Senhor venha ao encontro de seu povo, para refazer sua história. Apesar da consciência da infidelidade do povo, a suplica pela vinda do Senhor não é marcada pelo medo, mas pela esperança, alicerçada na firme confiança na misericórdia divina. Usando a imagem do oleiro que molda sua obra de arte, Isaías convida o povo a humildemente deixar-se modelar pela vontade de Deus pelo Senhor, como barro nas mãos do oleiro. Jesus, anunciando a gloriosa realização do Reino de Deus, convida-nos a permanecer atentos, pois ninguém sabe...
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SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSOEz 34,11-12.15-17 / Sl 22 / 1Cor 15,20-26.28 / Mt 25,31-46   Encerrando o ano litúrgico, a Palavra de Deus nos convida a olhar para o futuro, com fé e esperança e contemplar a vitória de Cristo, como Rei e Senhor de todo o universo. Nos reinos deste mundo a vitória é sinônimo de dominação dos mais fortes sobre os mais fracos. Já a vitória de Cristo não implica em derrota de ninguém, mas é a manifestação plena do amor e da justiça, que garante a todos, sem distinção, a vida e a paz. São Paulo nos ensina que essa manifestação da realeza de Cristo é o auge de sua missão salvífica, a qual já teve início com a vitória sobre a morte em Sua ressurreição, e que será plena quando todos os obstáculos ao amor divino forem superados, de forma com que Deus seja tudo em todos. Apresentando Jesus como aquele que cumpre a justiça plenamente, Mateus mostra que a realização do Reino de Deus decorre da prática do amor solidário para com aqueles que mais necessitam. Usando a imagem do pastor, que ao final do dia acomodava separadamente as ovelhas e os cabritos no curral, Jesus ensina que, no final dos tempos, quando nos apresentarmos diante do Senhor, nós seremos identificados pelas nossas atitudes concretas de solidariedade. Importa lembrar que não era o pastor quem separava as ovelhas dos cabritos, pois cada qual sabia o seu lugar. Assim também, no final de nossa história, nosso destino não será determinado pelo Senhor, mas pelas escolhas que fizemos livremente em nossa vida. A prática da caridade nos garantirá a participação plena do amor de Deus, acolhidos como benditos do Pai. Já a prática da injustiça, e mesmo a omissão diante das necessidades...
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33º DOMINGO DO TEMPO COMUM 33º DOMINGO DO TEMPO COMUMPr 31,10-13.19-20.30-31 / Sl 127 / 1Ts 5,1-6 / Mt 25,14-30   A consciência de que a nossa história pessoal e de toda humanidade caminha, não para o caos ou para a destruição, mas sim para a manifestação da glória de Deus, nos convida a refletir sobre a responsabilidade que temos para que nela se realize o projeto divino. Influenciados pelo espírito de individualismo e egoísmo presente em nossa cultura, somos tentados a usar os dons recebidos de Deus somente em proveito próprio, para realizar nossos planos particulares, não nos importando com o bem comum. O desleal espírito de competitividade predominante em nosso mundo estimula a vitória individual e não o crescimento coletivo, comunitário. Com a parábola dos talentos, Jesus ensina-nos que as qualidades que temos são dons concedidos por Deus, os quais devemos usar para que Seu Reino se concretize no meio do mundo. Aos dois empregados que se emprenharam em frutificar os talentos recebidos, que foram fiéis no pouco, foi-lhes confiado ainda mais. Mas o empregado preguiçoso, que enterrou os talentos, foi-lhe tirado o que tinha. Não se trata de uma atitude de exclusão, mas uma forma de mostrar que, quanto mais nos empenhamos no serviço ao Senhor, mais oportunidade temos de crescer na santidade e no amor de Deus. Já quando cruzamos os braços e não nos empenhamos em servir o Senhor, vamos nos afastando sempre mais de Seu amor e perdendo o vínculo de comunhão com Ele. Ao mostrar que os empregados receberam uma quantidade diferente de talentos, Jesus mostra que Deus não concede os mesmos dons para todos, mas os distribui de acordo com Sua sabedoria. E tampouco espera de nós além daquilo que Ele mesmo nos concedeu. Cada um, de acordo com os dons recebidos, é chamado a fazê-los frutificar,...
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32º DOMINGO DO TEMPO COMUM 32º DOMINGO DO TEMPO COMUMSb 6,12-16 / Sl 62 / 1Ts 4,13-18 / Mt 25,1-13   Ao nos aproximarmos do final do ano litúrgico, a Palavra de Deus convida a meditar sobre o rumo que damos para nossa vida e para nossa história. São Paulo, em sua Primeira Carta aos Tessalonicenses dá a certeza de que o destino de toda a humanidade é estar com o Senhor. Respondendo à uma inquietação da comunidade sobre o destino daqueles que já tinham morrido, se participariam ou não da ressurreição por ocasião da vinda gloriosa do Senhor, São Paulo confirma que todos, vivos ou mortos, ressuscitarão com Cristo. Essa certeza de que o destino de nossa vida é o encontro com o Senhor em sua glória retira da morte seu caráter definitivo, mas também nos convida a viver nossa existência neste mundo com os olhos voltados para a eternidade. Esse é o sentido da parábola das jovens previdentes e imprevidentes que Jesus nos apresenta, convidando-nos a viver em estado de vigilância. Partindo dos costumes da cerimônia de casamento judaico, na qual formava-se um cortejo de jovens para receber o noivo, Jesus destaca duas atitudes diferentes: algumas jovens, conscientes de que o noivo poderia atrasar, levam óleo sobressalente, e outras, que se deixando envolver pela alegria do momento presente, não pensaram no futuro e levaram apenas as lâmpadas. A rejeição em partilhar o óleo não indica egoísmo das jovens previdentes, mas a responsabilidade de cada um com sua história e com as atitudes que toma em cada momento da vida. Não podemos responsabilizar ninguém pelas escolhas que fazemos livremente em nossa vida, e devemos ter consciência que tais escolhas trazem consequências muitas vezes irreversíveis, simbolizadas na porta fechada e na recusa do noivo em abri-la. Essa exortação de Jesus, para que vivamos em atitude...
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Recados da Semana

De 15 a 21 de janeiro de 2018

 

15/01: Segunda-feira
19h30 – Reunião PPI

18/01: Quinta-feira
19h30 – Celebração com bênção do SS. Sacramento
Pastorais Responsáveis: Zeladoras da Mãe Peregrina, Setores, Past. da Pessoa Idosa, Past. da Esperança, Past. Social, Vicentinos, Equipe da CF, Past. Saúde, Past. Criança e Projeto Caminhar.

19/01: Sexta-feira
19h30 – Cel. e Nov. São Judas Tadeu
Comunidades responsáveis: Com. Santa Rita e São Frei Galvão

20/01: Sábado
19h30 – Missa

21/01: Domingo
08h30 - Celebração
19h30 – Missa