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Inscrições para Catequese 2020

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COMENTÁRIOS DAS LITURGIAS

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3º DOMINGO DO TEMPO COMUM 3º DOMINGO DO TEMPO COMUMIs 8,23b – 9,3 / Sl 26 / 1Cor 1,10-13.17 / Mt 4,12-23 A liturgia deste domingo nos convida a contemplar o início da missão de Jesus, a partir da narrativa de São Mateus. Podemos destacar três aspectos no Evangelho deste domingo: os destinatários da missão de Jesus, a sua mensagem, e o modo como Ele realiza sua missão. São Mateus ensina que Jesus começa sua missão na região da Galileia, precisamente em Cafarnaum. Mais do que uma delimitação geográfica, trata-se de uma afirmação teológica, ou seja, revela que Deus volta-se, preferencialmente, para aqueles que são excluídos e marginalizados. Havia um certo preconceito para com a região da Galileia, ao norte do país, pois historicamente, desde a queda do Reino do Norte, em 722 aC, fora povoada por estrangeiros, rompendo a pureza das tradições judaicas. Nesse sentido, a comunidade de Mateus reconhece que Jesus, iniciando sua missão na Galileia, cumpre as palavras do profeta Isaías que, no séc. VIII aC, anunciava a chegada do Messias como aquele que viria para libertar os oprimidos e sofredores, destacando como destinatários da ação salvífica, justamente os habitantes da região norte do país, que sofria com a invasão assíria. Jesus revela, pois, ser o salvador que se volta para os que mais padecem, para aqueles que são excluídos pelo mundo, mas que são amados por Deus. Ele é a luz que dissipa todas as trevas do sofrimento e das injustiças. Iniciando sua missão, Jesus convida à conversão, para acolher o Reino. Importa destacar que Mateus, em seu Evangelho, não usa a expressão Reino de Deus, pois escreve para cristãos oriundos do judaísmo, que não evitavam usar o nome de Deus; assim, utiliza a expressão Reino dos Céus, com o mesmo sentido. A proposta de conversão, apresentada por Jesus, não significa...
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FESTA DO BATISMO DO SENHOR FESTA DO BATISMO DO SENHORIs 42,1-4.6-7 / Sl 28 / At 10,34-38 / Lc 3,15-16.21-22 Com a festa do Batismo do Senhor finda o Tempo do Natal, durante o qual contemplamos a manifestação de Jesus ao mundo, como o Salvador que veio trazer a libertação. O batismo de Jesus revela a Sua identidade e assinala o início de sua missão salvífica, manifestando que o tempo da promessa chegou ao final e tem início o tempo da realização do plano divino de salvação da humanidade. A narrativa do batismo de Jesus apresentada por São Mateus está inserida dentro do objetivo de seu evangelho, de apresentar Jesus como aquele que veio implantar a justiça do Reino no seio da humanidade. O momento do batismo é uma manifestação da identidade de Jesus, como o Filho amado do Pai, no qual Ele pôs seu agrado, e também de compreensão de sua missão. Enquanto os fariseus acreditavam que o enviado de Deus seria aquele que cumpriria plenamente a Lei, Mateus apresenta Jesus como o Filho de Deus, que vem para realizar a justiça divina. "Nós devemos cumprir toda a justiça" é a resposta que Jesus dá a João Batista, quando este se considera indigno de batizá-lo. A missão que Jesus assume no momento do seu batismo é o cumprimento da justiça do Reino de Deus. Não é a justiça humana, que está fundamentada em valores materiais ou em méritos, mas a justiça que garante a promoção da vida e da dignidade de todos. A justiça do Reino de Deus só se realiza na medida em que houver a entrega de si, num gesto de profundo amor. Essa missão já fora anunciada por Isaías, nos quatro cânticos do Servo do Senhor, especialmente no primeiro deles, o qual destaca que o escolhido por Deus recebe Seu Espírito...
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SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHORIs 60,1-6 / Sl 71 / Ef 3,2-3a.5-6 / Mt 2,1-12 A solenidade da Epifania, que no grego significa manifestação, é o auge da espiritualidade do Tempo do Natal, pois nela celebramos a manifestação de Jesus como o salvador de toda humanidade. O mistério da encarnação alcança, assim, a sua plenitude, pois aquela criança nascida em Belém, nasceu não somente para salvar o povo de Israel, mas para conceder a salvação para toda humanidade. Deus se manifesta a todos os povos e nações, revelando seu projeto amoroso de resgatar a todos das trevas do pecado e conduzir para a luz da salvação. Jesus é a luz que ilumina toda a humanidade, realizando o projeto libertador do Pai. São Paulo anuncia com alegria que chegou o tempo da manifestação plena de Deus, em seu Santo Espírito, apresentando Jesus como o salvador de todos, sejam judeus ou pagãos. O mistério que permanecera inacessível às gerações passadas é agora manifestado em sua plenitude a todos os povos e nações. Assim, em Jesus se cumprem as promessas feitas por Deus ao povo da Primeira Aliança. O profeta Isaías anuncia essa esperança da manifestação da glória divina, fortalecendo o povo no período do pós-exílio, o qual enfrentava a difícil tarefa de reconstruir sua história. A todos os povos envolvidos pelas nuvens escuras e pelas trevas, Isaías anuncia que a luz do Senhor brilhará, manifestando a Sua glória. O profeta apresenta a cidade de Jerusalém como o centro de comunhão de todos os povos e nações, os quais para ela caminharão, atraídos pela luz de Deus, pela manifestação da glória divina. São Mateus narra a realização dessa promessa de Isaías, na figura dos magos do oriente, que caminham ao encontro da glória divina, manifestada no Menino Jesus. Motivados pelas convenções sociais de...
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SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS, MARIA SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS, MARIANm 6,22-27 / Sl 66 / Gl 4,4-7 / Lc 2,16-21 Dentro da espiritualidade do tempo do Natal, quando celebramos o mistério da encarnação, somos convidados a expressar nossa alegria pela maternidade divina de Maria. Quando chegou a plenitude do tempo, como afirma São Paulo na Carta aos Gálatas, Deus assumiu a nossa carne, nossa condição humana, nascendo de uma mulher, nascendo de Maria, a jovem de Nazaré. Professando a fé em Jesus como Deus encarnado, que nasceu de Maria, proclamamos que Maria é a Mãe de Deus. Esse foi o primeiro dogma mariano proclamado pela nossa Igreja, em 431dC, no Concílio de Éfeso. Todos os dogmas a respeito de Maria encontram seu fundamento na fé em Jesus Cristo; ou seja, a afirmação de que Maria é Mãe de Deus é intrínseca à profissão de fé em Jesus como sendo o próprio Deus, que assumiu plenamente a nossa humanidade. Em Maria contemplamos a ternura materna, que acolhe a fragilidade do Menino Jesus em seus braços, como São Lucas nos convida a contemplar, na narrativa da visita dos pastores. Nos braços de Maria Santíssima, todos nós cristãos também encontramos a mesma ternura materna, porque Jesus, na cruz, nos deixou Sua Mãe como Mãe de todos os Seus discípulos. Mas Maria compreendeu que sua maternidade era especial, e que seu Filho lhe era superior enquanto Deus encarnado. Por isso, Maria, sendo Mãe, se fez também discípula de Jesus, e é para todos nós, um modelo de discipulado.Meditando a narrativa de São Lucas, encontramos a descrição de Maria como uma mulher que guardava tudo em seu coração, ou seja, uma mulher que rezava. Assim, ela se torna para nós um modelo de oração, de profunda comunhão com Deus. E é na vida de oração que encontramos cinco...
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FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉ FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉEclo 3,3-7.14-17a / Sl 127 / Cl 3,12-21 / Mt 2,13-15.19-23 A espiritualidade do Tempo do Natal nos convida a contemplar a Sagrada Família de Nazaré, reconhecendo o valor fundamental que a família possui no plano de Deus e encontrando nela a inspiração para a vida das nossas famílias hoje. Jesus, ao se encarnar, assumiu a nossa existência humana em todas as dimensões e por isso, também necessitou de uma família que lhe oferecesse amparo humano para o seu crescimento. Vivendo em uma família, Jesus santificou todas as famílias, confirmando a importância que família tem no projeto de Deus para a humanidade. Mais do que uma escolha do homem e da mulher que se unem por amor, mais do que uma mera instituição humana, a família foi desejada por Deus, para que nela cada pessoa pudesse ter sua humanidade plenificada. A Sagrada Escritura testemunha a importância da família, enquanto ambiente de amor favorável ao desenvolvimento humano, com a missão de transmitir os valores fundamentais para a vida em comum. Tanto o livro do Eclesiástico quanto a Carta aos Colossenses orientam as famílias para que sejam tementes a Deus e alicercem seus lares na vivência do amor. No livro do Eclesiástico encontramos uma meditação sobre o quarto mandamento, ensinando que honrar pai e mãe significa que o filho deve ter atitudes de respeito e cuidado, especialmente quando os pais revelam sinais de fragilidade. A carta aos Colossenses destaca a vida harmoniosa da família, unida pelos laços do amor. Essa harmonia familiar depende do bom desempenho de cada membro no papel que lhe é devido; esposo e esposa devem viver o amor mútuo, os filhos devem respeitar os pais, e também os pais devem exercer com solicitude seu papel de educadores, para que seus filhos...
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4º DOMINGO DO ADVENTO 4º DOMINGO DO ADVENTOIs 7,10-14 / Sl 23 / Rm 1,1-7 / Mt 1,18-24 Ao nos aproximarmos da festa do Natal, somos convidados a abrir as portas do nosso coração para acolher o Rei da Glória, como nos convida o Salmo 23. A liturgia de hoje recorda que o Senhor cumpre sua promessa de ser o Emanuel, o Deus-Conosco que entra na história para salvar seu povo. E para realizar seu projeto de salvação, Ele conta com o sim de colaboradores fiéis, a exemplo de Maria e de José. Neste ano litúrgico A, meditamos o Evangelho segundo São Mateus, o qual destaca o vínculo histórico que une o mistério da encarnação à trajetória espiritual do povo de Deus. A narrativa de Mateus mostra que o nascimento de Jesus é a concretização das promessas feitas por Deus ao seu povo. Por isso destaca que Jesus, sendo acolhido por São José como filho, foi integrado na descendência de Davi. Jesus, assim, insere-se na história do povo de Israel como o salvador anunciado pelos profetas da Antiga Aliança. O mistério da encarnação é, dessa forma, o cumprimento das promessas feitas por Deus de salvar seu povo. Este foi o anúncio feito pelo profeta Isaías numa época em que potências estrangeiras ameaçavam a paz em Israel. Exortando a povo a confiar no Senhor, Isaías anuncia ao rei Acaz que Deus fará nascer aquele que será o Emanuel, o Deus-Conosco, assinalando Sua presença permanente junto ao seu povo. Essa promessa foi compreendida como o anúncio de algo mais profundo que o nascimento de um descendente real, tratando-se do plano divino de assumir a nossa condição humana, revelando-se plenamente como o Deus que caminha com a humanidade. São Paulo, escrevendo aos romanos, aprofunda a meditação sobre o mistério da encarnação, destacando a dupla natureza de Cristo,...
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3º DOMINGO DO ADVENTO 3º DOMINGO DO ADVENTOIs 35,1-6a.10 / Sl 145 / Tg 5,7-10 / Mt 11,2-11 O terceiro domingo do Advento é também chamado de Gaudete, que significa alegria, motivada pela proximidade da festa do Natal, e também por acolhermos Jesus, que já está no meio de nós. Infelizmente, em nossa cultura consumista, a alegria do Natal foi reduzida a troca de presentes e a preparação de banquetes, com abundância de comidas e bebidas. É uma alegria individualista, pois tantos presentes supérfluos e tanto desperdício de comida contrastam com a pobreza e até mesmo com a fome de tantos irmãos. A alegria que o Senhor nos oferece tem outra fonte: é gerada pela presença de Jesus junto à nossa realidade humana, realizando sinais de vida plena. Foi essa alegria que o profeta Isaías anunciou como sinal da manifestação de Deus, vindo ao encontro de seu povo. Numa época de crise social, que culminou no exílio na Babilônia, quando o povo era explorado e oprimido, o profeta anuncia a esperança de que o Senhor, com seu poder fará florescer a vida e a alegria no meio da terra deserta e intransitável. A presença amorosa de Deus fortalecerá as mãos enfraquecidas e os joelhos debilitados, ajudando aos que estão afundados na depressão a superar toda forma de medo e criar novo ânimo para viver. Ainda mais, anuncia a libertação de todas as limitações humanas, indicada na cura dos cegos, mudos, surdos e coxos, fazendo-os experimentar uma vida nova. Essa presença divina que renova a realidade é a manifestação do Reino de Deus, o qual Jesus deu início em sua vida, morte e ressurreição. A resposta dada aos discípulos de João Batista, afirmando que todas situações de sofrimento e dor são transformadas em vida plena é sinal de que um tempo novo já começou, com...
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SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORAGn 3,9-15.20 / Sl 97 / Ef 1,3-6.11-12 / Lc 1,26-38 Algumas solenidades têm precedência litúrgica, por isso, neste ano a liturgia do 2º domingo do Advento cede lugar para a celebração da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Esta liturgia é um convite para aprofundarmos nossa espiritualidade deste tempo do Advento, contemplando Nossa Senhora como modelo de perfeita preparação para acolher o Salvador. Proclamado como dogma em 1854, pelo Papa Pio IX, a conceição imaculada de Maria, como os demais dogmas marianos, encontra seu sentido no plano da salvação preparado por Deus para a humanidade e concedido no mistério da encarnação. Este dogma revela o gesto amoroso de Deus de preservar do pecado a escolhida para ser mãe do Salvador. Sendo Jesus o próprio Deus que se fez homem no ventre de Maria, era necessário que esse ventre estivesse sem mácula, sem pecado, desde o momento de sua concepção. O fundamento bíblico desse dogma encontramos nas palavras do anjo Gabriel, quando saudou a jovem Maria como aquela que é cheia de graça. Com estas palavras o anjo revela que nela não há pecado, pois está repleta da presença de Deus. A iniciativa de escolher Maria para ser a mãe do Messias foi de Deus, mas contou também com a concordância, com o sim da jovem de Nazaré. Também foi iniciativa divina preservar Maria de todo pecado, mas que contou com a sua obediência e fidelidade. De nada adiantaria Deus ter escolhido Maria e a ter preservado do pecado, se ela não tivesse acolhido o chamado do Senhor e a Ele consagrado sua vida. Deus respeita a liberdade humana e não nos obriga a responder afirmativamente a proposta que Ele nos faz. Por isso, Maria é para nós, um modelo de entrega total de si,...
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1º DOMINGO DO ADVENTO 1º DOMINGO DO ADVENTOIs 2,1-5 / Sl 121 / Rm 13,11-14a / Mt 24,37-44 O tempo do Advento não é apenas a caminhada de preparação para a celebração do Natal, mas um itinerário que nos educa espiritualmente para acolher o Senhor que vem a nós em cada momento da nossa história. Nos dois primeiros domingos celebramos o Advento Escatólogico, preparando-nos para a vinda gloriosa do Senhor, e no terceiro e quarto domingo, o Advento Natalino, manifestando a alegria pelo nascimento de Jesus. É o tempo de compreendermos que, o mesmo Senhor que veio ao encontro da humanidade, assumindo nossa condição humana, virá em sua glória, na manifestação plena do seu Reino de amor, de justiça e de paz. A espiritualidade deste primeiro domingo convida-nos a meditar sobre a vinda gloriosa do Senhor, a qual deve ser compreendida de forma dinâmica e não estática. A manifestação gloriosa do Senhor, ou a vinda do Filho do Homem, como disse Jesus, é o ápice do processo de plenificação do projeto de Deus, de salvação para toda humanidade. É, pois, uma caminhada de vitória da vida e do amor sobre o pecado e a morte. A vinda gloriosa do Senhor não significa o temido fim do mundo, pois Deus não destruirá sua criação, mas à plenificará. Infelizmente, a devastação da criação é resultado da ganância e da prepotência dos homens que não administram sabiamente a obra de Deus. O profeta Isaías anuncia os últimos tempos destacando duas características: a comunhão e a paz. Rompendo com o exclusivismo da cultura judaica, Isaías anuncia que todos os povos e nações serão reunidos no monte da casa do Senhor. A cidade de Jerusalém, edificada sobre o monte Sião, é apresentada como a fonte da sabedoria, dissipando a luz da Palavra do Senhor, a qual guiará todos os...
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SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO2Sm 5,1-3 / Sl 121 / Cl 1,12-20 / Lc 23,35-43 Celebrando o último domingo do ano litúrgico, nossa Igreja convida-nos a contemplar na fé e na esperança a realização plena do projeto de Deus, de libertar a humanidade de todo mal e instaurar o seu Reino de justiça, amor e paz. Proclamamos, pois, que Jesus Cristo é o Senhor e Rei de todo o universo e que nós consagramos a Ele a nossa vida e a nossa história. São Paulo, em sua Carta aos Colossenses nos apresenta a realeza de Cristo como realização do plano divino de nos libertar do poder do pecado e da morte, e nos fazer participar do Seu Reino. Jesus, enquanto primogênito de toda a criação é o Senhor absoluto de todo o universo, pois por Ele e para Ele tudo foi criado, as coisas materiais e também as estruturas históricas e sociais. Por meio dEle, todo o universo foi reconciliado com Deus.Quando usamos a terminologia de reino ou de rei, sempre lembramos das formas humanas de autoridade e de governo, as quais muitas vezes confundem-se com dominação e opressão. Para celebramos e nos comprometermos com o reinado de Cristo, precisamos compreender que se trata de uma proposta alternativa, fundamentada nos valores divinos, de vida, fraternidade e paz. No início de sua história, o povo de Deus não tinha rei. Todos viviam em comunidade tendo a família, o clã, como estrutura fundamental. Com a escolha de Saul, e depois de Davi, como rei, os clãs foram unificados em uma monarquia. A história mostrou que os reis sucessores de Davi não foram fiéis ao projeto de Deus e não apascentaram o povo com justiça. A corrupção e a idolatria fizeram com que o povo perdesse a terra e...
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33º DOMINGO DO TEMPO COMUM 33º DOMINGO DO TEMPO COMUMMl 3,19-20a / Sl 97 / 2Ts 3,7-12 / Lc 21,5-19 Ao aproximar-nos do final do ano litúrgico, a liturgia nos convida a meditar sobre o sentido da nossa história. A Palavra de Deus revela que não somos guiados pelo acaso, tampouco caminhamos para a destruição, mas temos um destino certo: a manifestação do Reino de Deus e de sua justiça. Cabe a cada um de nós refletir sobre nossa participação nesse plano que o Senhor traçou para toda a humanidade. O profeta Malaquias anuncia a Palavra de Deus no tempo do pós-exílio, quando o povo estava se deixando dominar pela apatia religiosa e não mais confiava no amor de Deus e em sua justiça. Por isso, o profeta anuncia a certeza de que chegará o "dia do Senhor". Não se trata do fim do mundo, mas da intervenção de Deus na história, fazendo acontecer seu projeto de justiça e de paz. Essa intervenção divina revelará o projeto de cada pessoa, mostrando quem está em sintonia com o projeto de Deus e quem é seu opositor. Por isso o profeta anuncia este dia como sendo de destruição dos soberbos e ímpios, que queimarão como palha, e um dia de salvação aos que respeitam o Senhor, pois para estes nascerá o sol da justiça. Um tom semelhante utiliza Jesus ao falar da missão da Igreja e de cada discípulo. O contexto é a admiração de alguns diante do Templo de Jerusalém, em sua grandiosidade e beleza material. Ao anunciar sua destruição, Jesus mostra a transitoriedade das coisas materiais, por mais poderosas que sejam. Isso é um convite para reconhecermos que nada neste mundo é eterno, a não ser a presença de Deus, em sua Igreja e no coração de cada discípulo. Entretanto, esta presença não é marcada...
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32º DOMINGO DO TEMPO COMUM 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM2Mc 7,1-2.9-14 / Sl 16 / 2Ts 2,16 - 3,5 / Lc 20,27-38 A liturgia deste domingo nos convida a meditar sobre o aspecto central da nossa fé cristã: a ressurreição. Jesus Cristo crucificado venceu a morte e ressuscitou. Este é o mistério Pascal, que celebramos em cada Eucaristia, anunciando a festa da Eucaristia eterna. Cristo ressuscitou e nós, que participamos da vida nova em Cristo pelo Batismo, também ressuscitaremos com Ele. Entre os judeus era comum a crença que, depois da morte, todos os seres vivos, bons e maus, iam para o xeol, a mansão dos mortos e ali permaneciam para sempre. Entretanto, cerca de 200 anos antes de Cristo, o rei selêucida Antíoco IV Epífanes obrigou o povo judeu a renegar sua fé e aqueles que permaneciam fiéis, eram assassinados. Nesse período de perseguição, a fé na ressurreição começou a ser vivenciada, pois aqueles que morriam fieis, dando testemunho da fé, acreditavam que o Senhor não seria infiel, e não os deixaria mortos para sempre. A fé que nasce neste momento garantia que os injustos, que provocavam o sofrimento e a dor ressuscitariam para a morte eterna, e os que permaneciam fiéis ao Senhor, ressuscitariam para a felicidade eterna. Nesse contexto entendemos o relato sobre os sete irmãos, mortos na presença da mãe, porque se recusaram a comer carne de porco; como isso era proibido pela Lei do Antigo Testamento, desobedecer equivalia a negar a própria fé. Eles preferiram morrer para este mundo e permanecer vivos para Deus na eternidade.Jesus confirma a certeza da ressurreição na controvérsia com os saduceus, um grupo ligado ao Templo e ao Sinédrio, formado pelas pessoas mais notórias da sociedade da época. Os saduceus não acreditavam na ressurreição, apoiando-se no fato de que nenhuma lei da Torá afirmava que...
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Especial CF 2020

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Vídeo sobre Santa Dulce dos Pobres Abaixo um vídeo a respeito de Santa Dulce dos Pobres, escolhida como ícone da Campanha da Fraternidade de 2020. 
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Hino da CF 2020 Confira o clipe oficial do Hino da Campanha da Fraternidade 2020. 
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Oração e Estudo do Texto-Base da Campanha da Fraternidade 2020 Nesta seção, estão sendo disponibilizados os materiais utilizados no estudo da Campanha da Fraternidade 2020 na Diocese de São Carlos, além da...
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