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Encenação da Sexta-Feira Santa 2019

Na noite da sexta-feira Santa de 2019, em nossa paróquia, aconteceu a encenação da Paixão de Cristo, realizada por membros de nossas...

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Peregrinação "Nos Caminhos de São Paulo"

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COMENTÁRIOS DAS LITURGIAS

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14º DOMINGO DO TEMPO COMUM 14º DOMINGO DO TEMPO COMUMIs 66,10-14c / Sl 65 / Gl 6,140-18 / Lc 10,1-12.17-20 A liturgia deste domingo nos ensina que, onde Deus se faz presente, aí se concretiza plenamente a paz. Mas lembra-nos também que somos enviados pelo Senhor para levar Sua presença a todas as pessoas e à nossa sociedade. São Lucas, ao narrar o envio que Jesus faz de seus discípulos, apresenta uma catequese sobre a missão. Inicialmente o número 72, numa referência a Gn 10, indica todas as nações da terra, revelando a universalidade da missão, ou seja, todos são chamados a ser missionários e são enviados a todos os povos, sem exclusões. Em seguida, o fato de Jesus enviar os discípulos dois a dois, indica que a missão é sempre comunitária e não individual; ou seja, não estamos em missão quando pregamos nossas ideias e projetos pessoais, mas quando anunciamos a vontade de Deus, na comunhão eclesial. E os discípulos são enviados a todo lugar onde o próprio Jesus devia ir, revelando que a missão da Igreja, dos discípulos missionários do Senhor, é uma continuidade perene da própria missão de Jesus. Jesus se faz presente no meio do mundo por meio de seu Corpo Místico, a Igreja. Usando a metáfora das ovelhas no meio de lobos, Jesus alerta que a missão não é fácil, porque nem todos estarão de coração aberto para receber a mensagem do Reino de Deus. Por isso os discípulos precisar ser livres e despojados de bens materiais e de apegos afetivos, colocando sua segurança somente no Senhor que os enviou. Não devem esperar nada em troca, nem mesmo que a mensagem do Evangelho seja aceita. Todos são livres para receber a graça divina ou para recusá-la. Quem acolhe a presença de Deus recebe sua graça que gera a libertação de...
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SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULOAt 12,1-11 / Sl 33 / 2Tm 4,6-8.17-18 / Mt 16,13-19 São Pedro e São Paulo são aclamados como as duas colunas da nossa Igreja, como pedras vivas do edifício espiritual de Cristo que servem de exemplo para nossa caminhada de cristãos. Por isso, ao celebrarmos a solenidade destes dois apóstolos, reconhecemos neles um modelo de fé e de missão que deve animar e orientar nossa caminhada de discípulos missionários A Palavra de Deus desta solenidade nos propicia uma meditação sobre a nossa fé em quatro aspectos: a fé como dom de Deus; a fé como consciência clara do projeto de Deus; a fé como luz que orienta nossa vida e nos conserva no caminho divino; e a fé enquanto certeza de que Deus caminha conosco e nos socorre nos momentos de tribulação. No Evangelho, narrado por Mateus, perante o questionamento feito por Jesus, Pedro faz uma profissão de fé clara e objetiva. As palavras de Jesus indicam que não foi a condição humana de Pedro que permitiu tal compreensão, mas que tinha sido uma revelação de Deus. Ensina-nos dessa forma que Deus é a fonte da verdadeira fé. A fé é sempre uma iniciativa de Deus, que deseja se revelar, manifestando-se à humanidade, comunicando seu mistério divino e oferecendo uma vida de comunhão no amor. Cabe a cada pessoa aceitar essa oferta que Deus faz de Si, acolhendo Sua revelação e dando seu assentimento humano, seu sim ao mistério revelado. Sendo dom de Deus, a fé é plena; mas por depender da abertura de coração de cada pessoa, a consciência desse dom de Deus é gradativa. Por isso somos chamados a crescer na fé, acolhendo a revelação que Deus faz de si. A profissão de fé de Pedro não foi algo acabado, definitivo....
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12º DOMINGO DO TEMPO COMUM 12º DOMINGO DO TEMPO COMUMZc 12,10-11; 13,1 / Sl 62 / Gl 3,26-29 / Lc 9,18-24 Em meio a mentalidade hedonista predominante em nossos dias, que nos incentiva a aproveitar, curtir a vida, Jesus hoje convida-nos a assumir o compromisso de doação e entrega de si. Três aspectos, portanto, são relevantes na liturgia deste domingo: a fé, a cruz e a Vida Nova em Jesus Cristo. São Lucas nos apresenta o momento em que Jesus questiona os discípulos sobre a Sua pessoa e a Sua missão. É um acontecimento que marca a mudança na missão de Jesus pois, até então, Ele estava anunciando o Reino na região da Galileia e em seguida vai iniciar sua caminhada para Jerusalém. O momento é de retiro para oração. Uma ocasião para rever a caminhada, para avaliar como fora até então a acolhida do anúncio que fizera do Reino de Deus. A resposta dos discípulos sobre a compreensão que o povo tinha da mensagem de Jesus não revelou um entendimento em plenitude. Jesus era visto como um profeta poderoso, comparado a Elias e a João Batista. Questionando os discípulos, Jesus recebe de Pedro a profissão de fé que revelava um entendimento pleno de quem Ele era: O Cristo de Deus, o Messias esperado. Jesus acolhe a profissão de fé feita por Pedro, mas não se deixa iludir. Ele tem consciência de que os discípulos compartilhavam da esperança messiânica de que o Messias seria um enviado divino com poderes políticos para implantar um reino grandioso, como no tempo do rei Davi. Por isso Jesus pede que os discípulos nada digam ao povo, para evitar que espalhem uma fé equivocada. Dedica-se então, a edificar no coração dos discípulos uma fé clara, revelando que Ele é o Messias Servo, que vem para oferecer sua vida. Não será...
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SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTIGn 14,18-20 / Sl 109 / 1Cor 11,23-26 / Lc 9,11b-17 A Solenidade de Corpus Christi é a festa da Eucaristia. Jesus Cristo instituiu a Eucaristia em sua última ceia com seus discípulos, a qual celebramos na Quinta-feira Santa. Mas a iminência da Sexta-feira Santa, com a memória da paixão e morte de Nosso Senhor, impede que manifestemos nosso louvor a Deus por esse gesto tão magnífico. Por isso a Igreja instituiu essa festa, para proclamar a fé na presença de Jesus em seu Corpo e Sangue, na Santíssima Eucaristia. Essa festa tem um caráter público, por isso é essencial a procissão, para que os católicos tenham a oportunidade de testemunhar ao mundo sua fé no Santíssimo Sacramento. Esse gesto de proclamar ao mundo nossa fé na presença do Senhor, em seu Corpo e Sangue, é uma resposta de amor e de gratidão ao nosso Deus, que nos presenteou com tão inefável mistério e com tão precioso tesouro: Ele permanece no meio nós! Não de maneira simbólica ou teórica, mas de forma real, em seu Corpo e Sangue. A festa de hoje é uma oportunidade para aprofundarmos a nossa fé nesse mistério de amor que o Senhor Jesus confiou a nossa Igreja. Por isso a Liturgia da Palavra nos convida a meditar sobre um aspecto da Eucaristia que está presente em todos os textos: o pão. O pão que apresentamos a Deus, numa oferenda agradável, recebemos transformado no Corpo de Cristo, que nos convoca a um projeto de vida de partilha, no qual o pão nunca se acaba. O livro do Gênesis nos apresenta o gesto de Melquisedec de fazer uma oferenda ao Senhor e de abençoar Abrão. Ao invés de sacrifícios cruentos, ou seja, com derramamento de sangue, que eram comuns naquela época, Melquisedec oferece pão...
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SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADEPr 8,22-31 / Sl 8 / Rm 5,1-5 / Jo 16,12-15 Na solenidade da Santíssima Trindade celebramos o mistério central da nossa fé: cremos em um único Deus, que se revela em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O mistério da Santíssima Trindade não é algo totalmente inacessível à inteligência humana, pois Deus não se fecha em si mesmo, mas também não é uma verdade que se possa comprovar empiricamente. Antes, é um convite que Deus nos faz para participarmos dessa comunhão trinitária, mergulhando nessa experiência de amor. Deus revelou-se plenamente como um Deus Uno e Trino com a efusão do Espírito Santo. Mas o livro dos Provérbios convida-nos a reconhecer que o Espírito Santo se manifestara desde o princípio, enquanto sabedoria divina. Ela fora constituída desde a eternidade, e participou da obra da criação agindo como “mestre de obras”. Compreendemos que o Espírito Santo atua desde o princípio, tanto no universo físico, "brincando na superfície da terra", como na história humana, "alegrando-se em estar com os filhos dos homens". São Paulo, na Carta aos Romanos, apresenta a fé trinitária a partir da ação mediadora de Jesus Cristo e da ação santificadora do Espírito Santo. Por meio de Jesus Cristo nos foi dada a fé, porta de acesso à graça divina e que nos fez, na esperança, participantes da glória eterna. E mesmo diante das tribulações, quem nos faz perseverar nessa vida de comunhão é o amor do Pai, derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Essa comunhão no amor de Deus nos concede a virtude da constância na fé, numa esperança que não decepciona. São João narra o diálogo de Jesus com seus discípulos na última ceia, no qual Ele promete que enviará o Espírito da Verdade. Acolhendo o Espírito Santo...
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SOLENIDADE DE PENTECOSTES SOLENIDADE DE PENTECOSTESAt 2,1-11 / Sl 103 / 1Cor 12,3b-7.12-13 / Jo 20,19-23 Com a solenidade de Pentecostes a celebração da Páscoa atinge sua plenitude. A alegria pela ressurreição de Jesus se expande, alcançando todo o universo, com a efusão do Espírito Santo, o sopro de Deus que renova a face da terra. A manifestação do amor divino, que teve inicio no ato da criação, e que se revelou de forma inquestionável no gesto de entrega de Jesus na cruz e na sua vitória na ressurreição, torna-se plena com a efusão do Espírito Santo. Somos convidados a rejuvenescer nossa fé em Deus, que se revela de uma forma renovada e renovadora. A narrativa do envio do Espírito Santo sobre a Igreja convida-nos a compreender Deus de uma maneira nova. Já não podemos conceber Deus como um ser estático olhando do alto a humanidade aqui na terra. Deus é onipotente, mas também é onipresente. A presença do Espírito Santo no meio do mundo ensina-nos a compreender Deus como Aquele que está no meio de nós, presente em todos os tempos e lugares, agindo continuamente. Sua presença traz a graça da renovação espiritual em todos os âmbitos, desde a vida de cada pessoa até levar à plenitude toda a criação. O Espírito Santo é Deus agindo em cada ser humano, em cada um de nós, impulsionando-nos para crescer sempre mais na santidade. É Ele quem nos ensina a linguagem universal do amor, compreensível por todos, como nos relata o Livro dos Atos dos Apóstolos, e que é capaz de unir o mundo inteiro. Na força do Espírito Santo, o amor divino é manifestado a todos os povos e nações, simbolizados pelos peregrinos de diferentes lugares que ouviram os apóstolos e os compreendiam em sua própria língua. O Espírito Santo também age em...
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SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHORAt 1,1-11 / Sl 46 / Ef 1,17-23 / Lc 24,46-53 A solenidade da Ascensão do Senhor é a celebração do retorno de Jesus à Sua glória. Depois de ter cumprido a missão de conceder a salvação à humanidade, em sua morte e ressurreição, Jesus sobe aos céus e senta-se a direita do Pai, como nos ensina São Paulo na carta aos Efésios. Estar à direita de Deus significa que Jesus compartilha da glória e do esplendor do Pai, na comunhão eterna da Santíssima Trindade. A ascensão do Senhor reflete a espiritualidade pascal na qual celebramos Cristo Vivo e Vencedor, pois é uma manifestação da vitória de Cristo, que supera todas as limitações humanas e reassume sua condição divina. São Paulo nos diz que Jesus em sua glória está acima de toda autoridade, todo poder e soberania, neste mundo e no mundo futuro. Com isso nos ensina que a humildade revelada no mistério da encarnação, quando Jesus abandonou sua condição divina para se assumir nossa condição de criaturas, não diminuiu sua majestade divina. Pelo contrário, seu gesto de kénosis, de abaixamento, o tornou ainda mais sublime, pois permitiu que Ele manifestasse ao mundo a plenitude de Seu amor. Sua ausência material no meio do mundo não significa Sua ausência espiritual. Jesus continua atuante na Igreja, como Sua cabeça. Enquanto Igreja somos Seu corpo, e especialmente, somos Suas mãos e Seus pés, que permitem a presença e a ação de Deus em todos os lugares; mas quem permanece como cabeça da Igreja é Cristo. A Igreja é guiada por Cristo como o corpo é orientado pela cabeça. E a força vital, que sustenta o Corpo Místico de Cristo é o Espírito Santo, a força do alto que nos reveste e nos ampara na missão de testemunhar e...
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6º DOMINGO DA PÁSCOA 6º DOMINGO DA PÁSCOAAt 15,1-2.22-29 / Sl 66 / Ap 21,10-14.22-23 / Jo 14,23-29 Jesus Ressuscitado quer ser fazer presente no mundo, manifestando Seu amor salvífico para toda a humanidade. Por isso convida-nos a acolher Sua Palavra para sermos morada de Seu amor no meio do mundo. O Senhor garante Sua presença em nossa história, nos acompanhando enquanto Igreja, quando acolhemos e vivemos Sua Palavra. Na conversa fraterna com seus discípulos, no contexto da Última Ceia, Jesus mostra que o discípulo que O ama, guarda Sua Palavra. Fazendo isso, será amado por Deus e tornar-se-á Sua morada. Porque Deus faz morada em todo aquele que guarda sua Palavra, cada pessoa torna-se um templo vivo que revela a presença divina no meio do mundo. Entretanto, o fato de cada pessoa ser morada de Deus não significa uma relação individualista com Deus. Não existem milhões de templos isolados de Deus, pois o Senhor não se deixa fragmentar pelo egoísmo humano. Para ser morada de Deus precisamos viver plenamente nossa vocação de membros do Corpo Místico de Cristo, a Igreja. Há uma relação intrínseca entre a presença de Deus em nós e a nossa comunhão com Deus enquanto Igreja. Jamais podemos ser morada de Deus se estivermos vivendo isolados em nosso egoísmo, rejeitando a vocação recebida no Batismo, de sermos Igreja do Senhor. O livro do Apocalipse, ao descrever a Cidade Santa, descida do céu, confirma que Deus manifesta a Sua presença no mundo por meio da Igreja, ou seja, por meio da comunhão de todos os batizados, que guardam Sua Palavra. Esta cidade santa é a imagem da Igreja que tem suas raízes na história do povo da Antiga Aliança e está alicerçada sobre os doze apóstolos do Cordeiro; é uma Igreja aberta para todos os povos e nações, com suas doze...
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5º DOMINGO DA PÁSCOA 5º DOMINGO DA PÁSCOAAt 14,21b-27 / Sl 144 / Ap 21,1-5a / Jo 13,31-33a.34-35 Jesus Ressuscitado rompe os limites do espaço e do tempo e se faz presente em todos os lugares, em todos os momentos, na história e no coração de todas as pessoas. Por isso, antes de oferecer-se em sacrifício pela nossa salvação, deixou para todos nós, seus discípulos, o mandamento novo, da prática do amor. Ao propor-nos o mandamento do amor, como sinal da nossa identidade de discípulos, Jesus convoca-nos a manifestar Sua presença no mundo, além de qualquer limite físico ou cultural. O amor é universal e sua prática torna o Ressuscitado presente em todos os lugares e na vida de todas as pessoas. Mas, antes de pedir que nos amássemos uns aos outros, Jesus nos amou primeiro, oferecendo sua vida em sacrifício pela nossa salvação. Assim, tomando consciência do quanto Jesus nos ama, somos interpelados ao amor, não como obrigação, mas como gratidão, em resposta ao amor de Deus. A vivência da fé dos primeiros cristãos nos ajuda a entender como deve ser a prática do amor fraterno hoje. São Paulo exortava os cristãos das comunidades de Listra, Icônio e Antioquia a permanecerem firmes na fé, mesmo enfrentando sofrimentos. Assim revela que a prática do amor não é fácil, pois exige de nós um comprometimento com os valores do Reino. O amor cristão não é um sentimento intimista e romântico, mas uma atitude que tem desdobramentos éticos. Não é possível amar e fazer o mal, não é possível amar e ser violento, não existe amor sem partilha, sem solidariedade. Quem vive o amor se compromete e colabora com a construção de um mundo novo. E, apesar de tantas obstáculos que ainda existem, Deus nos garante a vitória do amor, como nos revela no livro do...
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4º DOMINGO DA PÁSCOA  4º DOMINGO DA PÁSCOA At 13,14.43-52 / Sl 99 / Ap 7,9.14b-17 / Jo 10,27-30  A nossa fé em Jesus Cristo não se reduz a uma doutrina, mas é, antes de tudo, uma experiência de comunhão com o Senhor. A fé que professamos deve ser vivenciada em cada instante da nossa vida. Por isso a liturgia deste 4º Domingo da Páscoa, o domingo do Bom Pastor, nos mostra que, além de acreditar que Jesus ressuscitou, precisamos ouvir Sua voz  e seguir Seus passos.  Escutar e seguir a voz de Jesus Ressuscitado não é fácil. É um caminho exigente, como nos mostra o livro do Apocalipse. A multidão de vestes brancas com palmas na mão, diante do trono e do Cordeiro, são todos os cristãos que enfrentaram diferentes formas de perseguições e tribulações por causa da fé em Jesus, mas que alvejaram suas vestes no sangue no Cordeiro, ou seja, perseveraram fielmente na comunhão com o Senhor. Apesar das dificuldades em permanecermos fiéis a Jesus Ressuscitado, o livro do Apocalipse nos dá a certeza de que experimentaremos a vida plena, na qual não haverá sofrimento nem dor, pois o próprio Jesus nos conduzirá á fonte da água da vida, e nos enxugará toda lágrima.  Infelizmente as vozes que ecoam em nosso mundo podem nos confundir ou nos iludir e, assim, nem sempre escutamos a voz de Deus. Muitos corações também se fecham para o que o Senhor tem a dizer, como fizeram os judeus de Antioquia da Psídia, quando rejeitaram a pregação dos apóstolos. Quando acolhemos a voz de Jesus, o Bom Pastor, abrimos os horizontes da nossa história para uma nova forma de viver, a exemplo dos pagãos, que acolheram a pregação de Paulo e Barnabé e experimentaram a alegria da Vida Nova no Senhor Ressuscitado. Conhecendo a fragilidade de seu rebanho, Jesus se apresenta de forma carinhosa, na figura do...
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3º DOMINGO DA PÁSCOA 3º DOMINGO DA PÁSCOAAt 5,27b-32.40b-41 / Sl 29 / Ap 5,11-14 / Jo 21,1-19 A Palavra de Deus deste terceiro Domingo do tempo pascal nos mostra que Senhor Ressuscitado se revela presente no meio da comunidade que celebra sua fé, e vive essa fé celebrada na missão de anunciar o Evangelho da vida e da salvação. São João nos apresenta um retrato simbólico da vida das primeiras comunidades. A missão, simbolizada na pesca, corre o risco de não produzir frutos, pois as redes estavam vazias; o motivo era que o Ressuscitado estava na margem, e não na barca. Somente quando os apóstolos escutam a voz do Senhor, deixando-se guiar por ela, é que as redes se enchem de peixes. Os cento e cinquenta e três peixes que enchem as redes indicam todas as espécies de peixes conhecidas na época, mostrando que a missão da Igreja é universal, estendendo-se a todos os povos e nações. O discípulo amado é o símbolo do cristão que reconhece a presença de Jesus na história e na missão da Igreja e anuncia essa presença aos irmãos. Ao seu anúncio, Pedro veste sua roupa, superando a fraqueza humana que o levou a negar Cristo, simbolizada na nudez, e assume a missão de conduzir a comunidade na missão. O encontro é uma liturgia, é a celebração da presença do Ressuscitado no meio da comunidade, no qual se dá uma oferta mútua de dons: Jesus os espera com a refeição, mas pede que tragam alguns dos peixes que apanharam. É assim em cada Eucaristia que celebramos como Igreja: levamos para o altar os frutos que produzimos em nossa vida, os quais são transformados no dom de Deus a nós oferecido, no Corpo e no Sangue do Senhor. Essa liturgia que celebramos, como Igreja, na terra, é o eco...
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2º DOMINGO DA PÁSCOA  2º DOMINGO DA PÁSCOA At 5,12-16 / Sl 117 / Ap 1,9-11.12-13.17-19 / Jo 20,19-31   O tempo pascal convida-nos a vivenciar a alegria da ressurreição de Jesus, como manifestação da misericórdia divina, que nos torna participantes da vitória de Cristo. No Senhor Ressuscitado fomos libertos do pecado e renascemos para uma vida nova. Como novas criaturas, devemos permanecer unidos como comunidade de fé, especialmente na celebração da ressurreição, no Dia do Senhor, que é fonte da força necessária para cumprir a missão que Jesus nos confiou. O episódio da incredulidade de Tomé revela que, isolados em nosso individualismo, não podemos experimentar a comunhão com Cristo Ressuscitado. O relato destaca a importância da Igreja, como caminho deixado por Jesus para que esse encontro de salvação se realize na vida de cada discípulo. No primeiro dia da semana, o dia da ressurreição, a comunidade está reunida, mas está com as portas fechadas, por medo dos judeus. Essa limitação humana não impede a presença de Jesus, que ultrapassa os obstáculos impostos pela fraqueza humana e se manifesta no meio da comunidade. Sua presença é fonte da paz e da missão, pois o Ressuscitado concede aos apóstolos o Espírito Santo e os envia para levar ao mundo a graça da salvação que, por meio do perdão dos pecados, gera a paz.  O livro dos Atos dos Apóstolos relata a ação da Igreja, alicerçada no testemunho dos apóstolos, sob a força do Espírito Santo, cumprindo sua missão de ser presença do Senhor Ressuscitado no meio do mundo. Os sinais que os apóstolos realizavam revelam uma Igreja presente e atuante na realidade, manifestando a misericórdia divina, que gera a libertação de toda forma de mal. E esse testemunho concreto da misericórdia divina faz com que mais pessoas reconheçam Jesus como Senhor e a Ele se consagrem. À sombra da Igreja, simbolizada na pessoa de...
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